10 março 2007

amores

"quanto mais eu amo e sou fiel, mais livre me sinto. quanto mais eu dedico o meu desejo somente a uma pessoa, mais liberdade eu experimento. (...) sejamos grandes. a favor da coragem de meter a mão nas feridas, nos problemas, nas dificuldades e se reinventar dentro da relação. ou não, e ter a coragem de assumir a falência, e romper e partir pra outra. a dor muitas vezes é civilizadora, luto não mata" (antonia pellegrino)

2 comentários:

Rafael Cavalcanti disse...

Muito bons os três textos, Fer! Quem é Antonia Pellegrino? Esse da fidelidade é brilhante, também penso assim como ela falou.

photographie disse...

rafa! também adorei os textos!
são fragmentos de uma entrevista (no caso da miriam goldenberg, que é antropóloga e acaba de escrever o segundo livro sobre infidelidade) e fragmentos de um texto (no caso da antonia pellegrino), ambos retirados da revista tpm do mês passado. também não conhecia a antonia, mas descobri que ela tem 27 anos, é escritora e roteirista. ela tem um blog também: invejadegato.blogger.com.br, mas eu fui dar uma olhada e está desatualizado...
beijo enorme!!